segunda-feira, abril 19, 2010

Brisa

Quando tudo encontra
um fim; o dono do mundo
num sopro o desmonta.

quarta-feira, abril 14, 2010

Quanto tempo

Quem sou pra dizer a velocidade
com que o tempo tem que passar?
Bem rápido, curto, rasteiro,
passa lento, longo, bem devagar.

Tenho mais é que aproveitar - esse tempo que a vida me dá.

segunda-feira, março 29, 2010

quinta-feira, março 25, 2010

quarta-feira, março 24, 2010

segunda-feira, março 22, 2010

Ao cair da noite

Quando a noite cai,
seu beijo abraço carinho:
tudo o que eu mais quero.

sábado, março 20, 2010

terça-feira, março 16, 2010

quarta-feira, março 10, 2010

Desenho

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo...

Desenho (à)aquilo que me vem à cabeça, desenho sem pensar, sem me mover, desenho tudo aquilo o que desejo, aquilo o que desdenho, tudo desde o meio até o devaneio; até o fim do grafite desenho e me acalento, aquele momento, o meu sentimento e então aquele lamento lamuriento que me lembra um instrumento. Desenho o nosso momento.

E no fim olho para a folha branca e vejo tudo, mas não vejo nada.
E então sorrio. E desenho.

quarta-feira, março 03, 2010

Solidão

é quando seu dia dá todo errado
e tudo o que você quer fazer
é sumir como a fumaça no vento.

sábado, fevereiro 13, 2010

É mágica, não nome

É um sentimento bom e ruim. É algo que não devia ser sentido pois significa que se está separado, mas que torna as pessoas que o sentem mais unidas após passar por tal.
Eu gosto da saudade. Gosto da idéia de sentir saudades dela. Mas no momento, eu daria tudo para poder dar-lhe um abraço e um beijo bem fortes.

Um dia uma noite uma hora
parecem eternidade
sem seu abraço.

Tal vício incontrolável, por ti
como foi que me deixei
dominar assim?

A saudade bate forte, insiste
em me lembrar de você,
do seu beijo caliente

e quero aqui todo seu carinho,
deitar e olhar estrelas,
te fazer cafuné

até adormecermos juntos
como naquela noite
em que te amei
pela primeira vez.

Poema sem nome.
Porque a saudade não devia ter nome, e sim mágica.