terça-feira, abril 26, 2005

Vôlei

Achei no treino de vôlei um prazer.
Incomparável, pois além de mental é físico.
Só perde pra uma coisa.
Mas até abro mão de ver amigos para treinar.
Espero que continue assim.

segunda-feira, abril 25, 2005

Nada

Eu deveria ter coisas a dizer sobre anteontem e sobre ontem, mas não consigo. Estou sem a mínima capacidade para escrever. Só queria pedir desculpas por estar daquele jeito, isolado. Mas eu não estava bem. Não mesmo... estava alterado e não consegui me acalmar.

Desculpem-me.

quarta-feira, abril 20, 2005

Distância?

Sinto-me cada vez mais distante dos meus amigos.
Não tenho medo de dizer isso pra eles.
Mas não adianta muita coisa, pois eles me dizem que não.

Mas se não estou distante, então por que agora sou o último a ser chamado? Alias, hoje o pessoal vai ao teatro. Sabe como eu fiquei sabendo disso? Liguei pro Chester pra perguntar o que ele ia fazer hoje, pra ver se dava pra sair com a galera. As últimas vezes, foram todas assim. Fico sabendo das coisas por ocasião, por acaso de eu ligar correndo atrás das pessoas. Se não estou distante, por que quase sempre sou eu quem tem que correr atrás dos meus amigos para saber o que está acontecendo?

Estou com medo. Muito medo. Medo de continuar a ver esse ano correr. Não sei o que me espera no final, mas do jeito que as coisas vão, não me parece nem um pouco promissor. Não tenho fôlego pra correr grandes distâncias, nunca tive. E assim, ficando pra trás a distância só tende a aumentar. Ficar correndo o tempo todo atrás de vocês me mata. Fere profundamente.
E não faço idéia do que fazer pra mudar isso. Porque sozinho, não vou conseguir absolutamente nada.

Vertendo lágrimas,

terça-feira, abril 19, 2005

Super Size Me

Tem coisas que mudam a gente. Mudam mesmo. Esse filme, para mim, foi uma delas. Desde que o vi comi um único sanduíche de hamburguer e queijo, e foi situação de emergência. Também tenho comido muito mais salada e um pouco menos de carne, mas não muito menos. Não resisto a uma picanha mal passada. Não fosse por isso, acho que poderia sem problemas virar vegetariano... meu deus que mudança. Há algumas semanas eu não entendia como alguém resistia à carne, mas hoje...
Bom, ainda tenho que cumprir minha promessa feita ao Nelson, mas acho que minha freqüência em fast-fods, que já era baixa, vai decair muito mais. E talvez eu fique um pouco mais saudável com a nova dieta.

Quero viver melhor. Quero mudar.

domingo, abril 17, 2005

Pensamentos

Pronto. Hoje eu tive, acabei de ter, o pior pensamento do mundo. Aquele pensamento que ninguém quer ter, que ninguém deseja nunca pensar mas sempre acaba um dia pensando. Aquele pensamento que você expulsa da sua cabeça com todas as forças. Detesto ele. Aquele pensamento que deseja-se que os amores nunca tenham. Que te desespera e te leva ao psiquiatra, que te come por dentro se você perde o controle. Até não ter mais volta.
Já o tive, muitas e muitas vezes em certa época, convivia com ele e até me agradava a idéia. A idéia. Hoje ele me surge de tempos em tempos, sem eficácia alguma, mas sofro por meramente tê-lo em minha mente. Sofro pelo sofrimento, ou não, dos outros.
Me envergonho de mim mesmo. De não dar tudo de mim, de não mais dar atenção a quem merece. De não mais merecer a devida atenção. De não conseguir cumprir meu papel na vida. Se mais lágrimas corressem de meus olhos agora, o Tuba ficaria super feliz: acharia que voltou ao mar. Paz, um pouco de paz! É tudo que eu queria agora.
Minto. Quase tudo.

Mas durante a semana não posso tê-la.

quinta-feira, abril 14, 2005

Vícios

Há vícios demais... só ao meu redor, posso contar em torno de 30 vícios diferentes, talvez até mais. A maioria deles passa despercebida por nós, ou desconsideramos por achar que não é um vício, apenas um costume.
Quero me livrar de alguns dos meus vícios, os piores talvez. Mas não todos. Há vícios os quais eu gosto de ter, que me dão pequenos momentos de felicidade em horas de solidão ou tristeza. Estes são benignos. Os outros, os malignos, eu queria me livrar. Pelo menos em parte... já estou fazendo isso, aos poucos. Mas não é o suficiente pra mim. Preciso de força de vontade. Preciso de ajuda de quem não tenha preconceito...


Buggles. Preciso fazer mais buggles.
Cócegas. Preciso fazer mais cócegas...

Saudades.

quinta-feira, abril 07, 2005

... é o nosso Rei!!!

A profecia se fez verdadeira, a promessa se cumpriu! Fui comer no Burger King com o Nelson!!! Foi beeem divertido. Pra começar que fomos até o último andar sendo que a praça de alimentação do Shopping Ibirapuera é no subsolo.
Só tenho uma crítica pra fazer: é tão caro quanto o McDonalds. De resto é melhor, pelo menos o que eu comi. O sanduíche é grande e ele e as batatas têm bastante gosto, além do atendimento rápido. Mas isso varia pelo dia e horário.
Foi muito legal. Agora a promessa é outra: da próxima vez, comemos o sanduíche do King, o sorvete ou batatas do Mc e o shake do Bob's. HuahauhAUahuaHuahaUhauaHauhA.
Bom, chega. Até a próxima...

Abraços. E boa noite.

segunda-feira, abril 04, 2005

Saudade

É definitivo: sentir muita saudade mata. Conhecimento empírico. Gente, essa última semana foi a semana mais longa que eu já passei. Foi bom, pois me fez concentrar um pouco mais no estudos durante as aulas, mas em casa eu não conseguia pensar em outra coisa... o Tuba, como eu, também matou saudades: saudades da água salgada. Mas não do mar. Fazia tempo que não sentia água salgada em meu rosto, correndo para a Terra. Foi bom. Não que eu queira repetir isso de novo. Mas às vezes é bom lavar a alma.
Sei que não tem muito jeito, são dois mundos muito diferentes, apesar de semelhantes. E fisicamente muito distantes. Como eu queria ter mais tempo para te dedicar. Como eu queria que tivesses mais tempo para mim também. Dificilmente nossos tempos batem. Quase vivemos em fusos diferentes. Mas luto. Por você, por nós. Tentei matar a saudade, mas ela sobrevive. Quero um abraço bem forte... uns carinhos.
PS.: Lavar o teclado. Solução aquosa de cloreto de sódio enferruja o circuito.

Juro que preciso de ajuda sua para isso, não consigo fazer funcionar sozinho. Para dançar uma valsa, é necessário um par. Te visito um dia desses.
Dez minutos após uma semana, é muito pouco tempo.

Hoje eu abri um ovo de páscoa que ganhei de alguém... perfeito. Duas mordidinhas e o gosto continua na minha boca, como se ainda houvesse um pedaço do chocolate derretendo-se... trufas. Estou apaixonado. Quero um abraço bem forte... um tempo sozinhos.

Te amo. Desculpe-me por colocar essas palavras aqui, abertamente, sem nem saber se você as lerá. Abraços, beijos e mais abraços.

Boa noite.

domingo, abril 03, 2005

Exaustion

Cara, como eu to cansado... quero tomar um banho e dormir, quero minha cama.
Quero um beijo de boa noite e um abraço apertado, pra matar as saudades...

Boa noite.

sexta-feira, março 25, 2005

Matrix ou Reações

Como saber o resultado certo de suas ações? Não tem como.
Como prever com precisão suas consequências? Não dá.
Só mesmo fazendo o que quer que seja, para saber qual o seu resultado.

Neste feriado, mais precisamente sexta-feira, fomos eu, a Loba, a Milla, o Nelson, a Talis e o Alex ao cinema ver Robots. Depois do filme fomos, fora Talis e Alex, à casa do Neo. Oooh! A famigerada! O tempo todo meu coração pulsava rápido e forte, ansioso. A casa do Neo é muito legal, ela tem razão de ser famosa e falada. A sala dele é muito legal, espaçosa e gostosa de se ficar. Não cheguei a usar o sabonete afrodisíaco que a Veri deu pra ele, mas tudo bem... fica pra próxima. Na sala tem um sofa enorme em oposição a uma parede lotada de prateleiras que no caso foi a atração principal. Descobrimos que o War de StarWars é exatamente igual ao War original, mas espelhado! Que safadeza. E nem tem naves pra fazer ataque aéreo!
Já o quarto do Neo não tem nada a ver com o que eu esperava. Se bem que eu não esperava nada. Mas... é vazio. Aflitivo. Mas até aí eu sou colecionador de tranqueiras, meu quarto é cheio de coisas inúteis. Cada um com seu jeito. ^^

Mas foi sentado naquele grande sofá que eu falei para ela ler o pergaminho, e que meu coração bateu mais forte, a ponto de eu pensar que ia explodir... Algumas palavras saíram de minha boca, colada ao ouvido dela. Outras palavras em resposta entraram pelo meu ouvido e, ao serem traduzidas, me senti fervendo. Naquele momento, morri e nasci de novo. Meu coração bateu forte, duas vezes, e parou. Tu-tum, tu-tum. Não via, não sentia mais nada. Apenas a força dos braços, do abraço dela me envolvendo. Fiquei ali, sentindo aquilo. Podia ficar ali para sempre, e ficaria feliz. Mas aí veio uma voz vinda de traz de mim:
"Vocês querem brigadeiro ou algum outro doce?". A empregada do Nelson chegara ao quarto com uma bandeja.
Como se estivesse acordando de um sonho, meu coração voltou a bater. Eu voltei a ver nitidamente e me virei para trás para entender o que estava acontecendo. Mas não vou esquecer aquelas três palavras sussurradas:

Claro que sim....

Foram o dia e o momento mais felizes dos últimos tempos.
E guardarei-os pra sempre.

terça-feira, março 22, 2005

Nada

Estou atônito, assustado e nervoso. Hoje me toquei de algo que me surpreendeu:
Este ano eu não conquistei nada. Sei que estou falando de 2005 e que ainda estamos no começo do ano, mas isso é algo com o que se preocupar. Um ano que começa sem conquistas, sem satisfação alguma é o que?? Eu não sei, mas acho um porre.
- Não passei no vestibular;
- Não consegui entrar no Anglo;
- Não passei no exame da auto-escola;
- Não consegui... [***o resto desta frase foi comido por traças, pois está pendente há tempo demais***];
Devia ter me esforçado mais. Devia ter ficado mais/menos ansioso. Devia ter me empenhado melhor naquilo...

Mas não fiz nada disso.

quinta-feira, março 17, 2005

Às vezes eu penso:

"Como eu queria ser cachorro..."
Fico olhando por vários minutos, intermináveis, a Lolita e o Argus bringando. É, bringando mesmo. Eles brincam de brigar. De lutar. Como é bom... correr, pular em cima do outro, morder, derrubar, ser mordido... mas tudo com carinho. Me parece perfeito.
Além disso, seria bom parar um pouco de pensar. De raciocinar, de lembrar dos próprios erros e ser suficientemente idiota pra se culpar por todos eles de novo. Nobreza... pfeh.
Os cachorros não conseguem se culpar pelos erros do passado. Não sabem que os cometeram! Foi tudo... instinto. Eles nem sabem quais as conseqüências que acarretam seus atos, nem pensam nisso. Eles só vivem... bringam.

Mas nem tudo é possível... e eu fico me remoendo porque não consigo acreditar nas coisas que aconteceram. Nas mancadas estratosféricas que cometi.

Às vezes eu penso: "Como eu queria ser cachorro..."